Mossoró, 29 de Maio de 2017 - 12:08hs

11 anos de UFERSA: reitor José de Arimateia comenta avanços e desafios

03 de Agosto de 2016 12:58hs

Foto: Gabriel Viana/Portal Agende-se

No último dia 01 de Agosto, a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) completou 11 anos de existência. Desde que foi fundada, ainda como Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), a UFERSA completa, em 2016, 49 anos de existência e contribuição à educação em Mossoró e região oeste do estado.

Em todo esse tempo, muita coisa aconteceu. A instituição passou de apenas 4 cursos superiores para 43 graduações. O número de alunos saltou de apenas 1.110 para mais de 10.000. Modernizou-se. Aderindo à nova realidade do século XXI, a UFERSA adentrou também no escopo do Ensino à Distância (EAD). E para deixar claro, fez isso muito bem em uma terra que, até então, era colocada em segundo plano.

Logo vieram os primeiros reconhecimentos. A instituição coleciona, atualmente, um coletânea de prêmios a nível nacional, com destaque para o primeiro lugar de discente no Prêmio Jovem Cientista, uma iniciativa que visa premiar iniciativas inteligentes de jovens de todo o país.

Expandiu o número de graduações, criando o curso de Medicina, que já está em pleno funcionamento, e obteve o maior índice de aprovações da história do semiárido no exame da Ordem de Advogados do Brasil (OAB), em que se projetou mais uma vez no cenário nacional.

Em conversa com o Portal Agende-se, o Reitor da instituição, professor José de Arimatea de Matos, deixou claro que as expectativas são as melhores, embora muita coisa ainda precise avançar. Arimatea respondeu ainda perguntas de internautas sobre a situação atual dos Campus e destacou, entre outros pontos, que a situação da travessa do campus oeste para o leste poderá ser resolvida em breve.

Após questionamentos de alguns alunos sobre andamento de projetos institucionais, o reitor declarou: “Ao longo dos últimos dois anos, o desafio tem sido maior em função da redução de orçamentos. Em especial de 2015 para 2016, o repasse financeiro tem causado atrasos em obras importantes”, pontuou.

Arimatea avalia que a possibilidade de greve dos sindicatos para 2016, em virtude da situação econômica do país, não é tema muito cogitado nos bastidores da academia, mas tudo pode acontecer.

Confira o vídeo da entrevista na íntegra.

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